Caro inimigo que desconheço
Você mesmo que me invade,
Que me olhas, que me rodeia,
Que me agora,
Hoje pela noite,
Um aviso prévio pelo sortuno sonho
Que Deus me envia ...
Em demasia, aranhas tecendo, tramando, tecendo!
Tramador de tramelas, Caro ou não, barato ou não,
Não cometi nenhum infortuno contra esse tal,
Que ja começa errado vingando-se do mal
que não cometi, esse mal que sabes que não havera reação,
Não tente vingar-se do que meu pai tirá de seus mirabolantes planos
Já sinto pena, pena por ele ser um coitado,
Penoso inimigo!
Deixo em claro desconhecido, que lhe conheço!
Que meu escudo é DEUS, e não há nada, NADA de melhor!
A verdade que aprendi seguir com o PAI,
deveria tu que se mostra tão penoso aprender também,
Assim talvez deixasses de manipular para ter do seu lado alguém pra amar,
Sinta que só de pensar em me derrubar meu pai ja me avisou penoso,
Sinta que não poderas contra minha força ,
Nem sabe tu quem verdadeiramente és,
Viés por viés eu tenho fé pra sobrevoar,
E você carniça pra almas famintas, a de se tornar!
Ainda há tempo conhecido inimigo,
Vá atraz da luz, ai então não terá que mendingar amor,
Escapará de toda dor!
Vá penoso... Vá...
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