domingo, 31 de janeiro de 2010

Domingo e fim.


E é assim que vai ser?
Deixo as paredes do seu quarto
enfestadas de mim
enfestadas de mim

E é assim que vai ser ?
Um olhar que trinca seus vidros
E destroi o que não é visto!

E é assim que eu escolhi
Te deixar quando quero
sem ressentimentos, sem arrependimentos
Te deixar quando eu quero
A reclamar do meu cigarro
A reclamar do meu jeito
De quem não deve ter um coração

E vai ser assim!
Essa historia
que não deixo ter fim
Uma madrugada sem sono,
Que acabou!
Uma namorada sem amor,
Desamparada ficou!
E uma louca inconsequente,
Agora pode Dormir em paz
Para sempre Amor!
Para sempre amor!

Passaporte para...

-
Com hostilidade e neutralidade
Quero a minha liberdade
Com a cabeça fexada
Fiz de tudo pelo meu visto de entrada
eu fui lá no consulado,
O cara lá me disse:
__ Cê ta fazendo tudo errado!
E digo mais,não é dificil a autorização.
Sem pensar falei:
__Farei uma falsificação, meu lugar é prioridade
Ele disse:
__ É só crer na verdade!

Horas depois...Pensei
deixar de ser "BESTA"
e deixei minha ultima viajem prá lá
Tem coisa melhor pra "rolar"

O meu fracasso foi visto
Invisivel e imprevisivel
A data da viajem não fui eu quem marcou
E a viajem chegou

Agora to na fila
com o passaporte no Bolso
Sei que não era essa cor q'queria

É a força maior que nos guia!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O Vôo do besouro

Brisa que desmonta a aparência perfeita

De um rosto sem vida

Soprai... soprai... soprai

Sabe, se pudessem sentir meus sonhos

Não me julgariam com tanta estranheza

As minhas orelhas queimam

Mais continuem a praguejar

Falem, falem, falem

Todos temos a 'liberdade' para expressar

Falem, da estranha menina da familia

A anti-social ,

Continuem a enforca-la

Mais lembre-se

Quem não é Deus não tem que agradar

É triste, mais no final das contas

É a mentira que mata

Então tratem de morrer

Falsos democratas

Afogados com suas línguas

Porque eu sou aquilo eu sou isso

Mais não tento camuflar meus palavrões

F u c k mother

S o r r y mom

Essa roupa mal vestida

Esse preto desbotado

As idéias Anarquistas

O meu roque barulhento


Porque eu sou aquilo eu sou isso!